Impressão 3d: o que pode sair errado? #ALIGA3D #CPBR10
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Quem imprime em 3D sabe a quantidade de problemas que podem surgir num único trabalho, e também a dificuldade de identificar suas causas e corrigilos.
Num ambiente de impressão 3D profissional, perder um modelo quer dizer perder horas e horas de trabalho de toda a equipe, matéria prima, energia, correr o risco de danificar uma impressora ou – o que pode ser pior – perder um cliente!
Pensando nas dificuldades e problemas que podem surgir durante o processo, encontramos uma lista dos problemas mais comuns que ocorrem na impressão 3D, mas fomos além disso: procuramos suas causas e as formas mais adequadas para evitá-los e corrigi-los.
E trouxemos para vocês, de brinde nesta Campus Party, os segredos dos melhores profissionais e empresas do ramo, para conseguir aquela impressão de ótima qualidade!


Palestrantes:

Alexandre Aravécchia deixou o curso de Arquitetura e Urbanismo no 4 o ano da USP, para trabalhar como projetista industrial.
Desde a época do AutoCAD R.10, desenvolveu centenas de projetos nas áreas de engenharia civil, mecânica e metalurgia, utilizando computação gráfica 3D para otimizar processos construtivos.
Em 2004 começou a estudar o sistema operacional GNU-Linux em Connectiva, migrando depois para Slackware até 2012.
Em 2011 publicou um artigo sobre código binário na Revista Espírito Livre no 25.
Em 2012 começou a ensinar GNU-Linux para crianças de escolas públicas, comprou o primeiro Arduino e começou a estudar programação, eletrônica e automação.
Em 2013 desenvolveu um circuito de automação para motores de corrente alternada trifásica, com Arduino.
Em 2015 desenvolveu protótipos de multiplexadores, que permitem conectar o Arduino a centenas de sensores e dispositivos simultaneamente, utilizando eletrônica digital e programação de baixo nível. Neste mesmo ano, comprou sua impressora 3D e apresentou 2 palestras no 11o Fórum Espírito Livre (Instituto Federal do Espírito Santo), sobre Arduino, hardware livre, indústria eletrônica e agro-indústria.
Em 2016, desenvolveu um controle de potência para motores de corrente alternada e, com ele, um projeto de termoformadora a vácuo, para fabricação de produtos plásticos em escala semi-industrial, ambos apresentados na TheDevConf (conferência de desenvolvedores profissionais, em SP).
Atualmente tem uma micro-empresa, a CyberOhm Robotics, voltada para o desenvolvimento de sistemas embarcados.


Rodrigo Marin tem 29 anos de idade e graduou-se em administração de empresas pela Universidade do Vale do Itajaí. Trabalhou por 10 anos na área de comércio internacional em empresa especializada em importação, motivo pelo qual se deparou com a tecnologia de impressão 3D.
Desde de 2013 é entusiasta de impressão 3D e sócio-fundador da Wishbox Technologies, empresa focada em trazer ao Brasil soluções tecnológicas inovadoras para dinamizar processos, personalizar produtos e materializar idéias.


Nível:

Iniciante

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