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Black Money: Quando o Dinheiro Circula de Mão em Mão #CPBR12
Black Money: Quando o Dinheiro Circula de Mão em Mão #CPBR12
Talk: Black Money: Quando o Dinheiro Circula de Mão em Mão #CPBR12 Entrepreneurship
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As periferias brasileiras concentram cerca de 60% dos brasileiros e possui um poder de consumo equivalente a R$ 141 bilhões. Mesmo assim, boa parte dessa riqueza vem sendo drenada para as “regiões centrais”. Mas esse jogo está mudando graças ao acesso às ferramentas tecnológicas e também ao ativismo social e financeiro de um grupo de empreendedores que decidiu investir em projetos inovadores dentro de suas comunidades



Speakers:

Rosenildo Ferreira -

Cofundador do escritório de negócios sociais do Vale do Dendê, holding de negócios sociais destinada ao fomento do ecossistema de Economia Criativa e do Empreendedorismo, focado nos jovens da periferia da cidade, fundador e editor do portal de notícias 1 Papo Reto, Editor-assistente de Negócios e colunista de Sustentabilidade da istoÉ DINHEIRO,  Integrante do Conselho Consultivo da Afrobras e  Professor-voluntário de Ética, Cidadania e Direitos Humanos no cursinho Griot XX de Novembro, na comunidade São Remo.


Jennifer Rodrigues -

Psicóloga, de São Paulo, graduada pela Universidade Anhembi Morumbi. Possui experiência no terceiro setor, especialmente em áreas relacionadas à empregabilidade e orientação profissional e é sócia-fundadora do negócio de impacto social Empreende Aí, que capacitou mais de 500 empreendedores de territórios populares a terem seus próprios negócios com metodologia própria. Acelerada pelo programa Anhembi Up realizado pela Amazonas Cap e Universidade Anhembi Morumbi/2018; Selecionada para participar da Aceleração de Negócios de Impacto da Banca, Artemisia e FGV/2018; Vencedora do Concurso de Projetos da Arymax/2017; Premiada pela Prefeitura de São Paulo através do Vai Tec/2016; Contemplada pelo Instituto Lojas Renner e ONU Mulheres/2016 para empoderar Afro-empreendedoras a terem seus próprios negócios no ramo têxtil e de Moda; pré-acelerada pelo CHOICE UP da Artemisia/2015; finalista da Maratona de Negócios de Impacto Social do SEBRAE – RJ/2015, criadora do Curso – Despertando Empreendedor (presencial e online); Idealizadora do primeiro curso online para empreendedores populares do Brasil e autora do Curso Despertando o Empreendedor na Tecnologia


Michelle Alves -

34 anos e nasceu em São Paulo. Sua mãe, solteira, trabalhou como empregada doméstica a vida toda. Até completar 17 anos Michelle morava com a mãe na casa de seus patrões em Moema, depois que eles faleceram a família deu para as duas uma casa no Capão Redondo, periferia de São Paulo, como forma de agradecer pelos serviços prestados durante tanto tempo.   Além de trabalhar como faxineira, sua mãe também vendia marmitas e salgados para complementar a renda. Vendo o exemplo da mãe, Michelle começou a nutrir a vontade de empreender. No entanto começou sua vida profissional trabalhando como assalariada em call centers e em cargos administrativos. Achava esse tipo de trabalho muito burocrático e por vezes, racista.   Como negra Michelle não se via representada no mercado da moda e da estética. Ela queria ver e fazer algo para a mulher negra e africana. Juntou isso com a vontade de empreender que já vinha crescendo e com sua insatisfação no trabalho, pegou R$150 que eram suas economias e começou o que mais tarde seria a Boutique de Krioula. Era setembro de 2012. Ela comprou os primeiros tecidos e criou um canal no youtube para ensinar sobre turbantes, produto que é carro chefe das vendas até hoje. Se inspirou nos EUA, começou a fazer brincos também e foi um sucesso! Os brincos acabavam rápido. Seu marido, grafiteiro, faz os desenhos, ela ajuda na produção e faz as vendas.  Procurando melhorar a renda, Michelle e seu marido começaram a frequentar e ser convidados para workshops, feiras e eventos sobre cultura negra e turbantes onde faziam a maioria das vendas.  No entanto, em 2015 chegou a concorrência, produtos muito baratos vinham da China e isso começou a dificultar seu rendimento, foi daí que veio a ideia de criar uma loja virtual para vender seus produtos pela internet. Já fez vendas internacionais para França, Portugal e Angola. Em 2016 eles começaram a importar tecidos da África para se destacar frente aos concorrentes, negociando com comerciantes do Senegal, Moçambique e Angola. Hoje Michelle tem um atelier em casa, no Capão Redondo, mas pretende se mudar para o coworking da agência Solano Trindade no Campo Limpo, também na periferia, para atender seus clientes pessoalmente. Michelle e sua família vivem principalmente dos rendimentos da Boutique de Krioula que representam R$5.000 mensais em média de faturamento. O que fica para eles de lucro  representa aproximadamente R$2.500 por mês.


Level:

Beginner

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